MAPA DO SITE
Plantão de atendimento (15) 3418-9331
CULTO AO VIVO
Família Dom. 19h Jovens Sáb. 20h
    Nossa Declaração de Fé

    I - A TRINDADE

    Cremos na existência de um único Deus trino, formado por três pessoas com funções diferentes, porém que compartilham de um único pensamento e uma única forma de agir, sendo indivisível porém distintas. O Pai é o Criador, tendo no Filho a ação de concretização de todas as coisas, por inspiração do Espírito Santo. Deus é espírito. O Pai e o Filho se unem no Espírito, fruindo desta forma um do outro no dom que, uma vez selado pelo Espírito, demonstra a essência da Trindade, que é a de existir um no outro, e de um fazer existir o outro. A trindade é um grande mistério, sendo sua aceitação fruto da revelação de Deus ao homem. (Jo. 10.30; 17.22).

    O PAI, cuja face é tão gloriosa que o homem mortal não pode contemplá-la e ainda viver, mas, cujo coração foi tão transbordante de amor e piedade pelos seus filhos perdidos e vítimas do pecado que Ele voluntariamente, deu Seu Filho unigênito, para redimí-los e reconciliá-los Consigo mesmo. (Jo. 3.16)

    O FILHO, um só com o Pai, concebido pelo Espírito Santo e nascido da mulher, assumiu a forma de homem, suportou nossos pecados e levou nossas tristezas e, pelo derramamento de Seu precioso sangue sobre a cruz do Calvário, adquiriu a redenção para todos os que nEle crêem. Ressuscitou no terceiro dia, ascendeu aos céus e está à direita do Pai intercedendo por aqueles por quem entregou a Sua vida. (Rm. 8.34)

    O ESPÍRITO SANTO, o Espírito do Senhor, que derramado sobre a Igreja no advento do Pentecostes, convence o homem do pecado, da justiça e do juízo, fluindo na vida de todos aqueles que aceitam a Jesus Cristo como único e suficiente salvador, fortalecendo nossas decisões, ajudando-nos a anular nossa natureza pecaminosa e resgatando de nosso ser a imagem e semelhança de Deus. (Jo. 16.8)

    II- A EXISTÊNCIA ETERNA DA TRINDADE

    Cremos que Deus é, da eternidade passada até a eternidade futura, não tendo início e jamais tendo fim, no entanto Ele mesmo se declara o Princípio e o Fim. Desde o princípio Deus existe e sua existência se impõe como um fato inicial, que não precisa de qualquer explicação. A trindade sempre foi, é, e sempre será. O controle de todas as coisas está em suas mãos. (Rm. 16.25-27)
     

    III – OS ATOS DO ESPÍRITO SANTO

    Cremos que, sendo o Espírito Santo o próprio Deus, se manifesta de maneiras diversas e em diversos momentos: presente na conversão do cristão, é quem convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo. 16.8). Sendo o Espírito Santo o selo da promessa de uma vida abundante na presença de Deus (II Co. 1.22), de um Consolador que nos orienta em todos os nosso caminhos e que nos conduz em paz e santidade continuamente diante do Pai, está presente na vida de todo aquele que aceitou a Jesus Cristo como salvador, evidenciando este a Sua presença através do Fruto do Espírito, como característica verdadeira de vida cristã. (Gl. 5.22)

    Cremos que o batismo no Espírito Santo é o recebimento do prometido Consolador, em poderosa e gloriosa plenitude, a fim de revestir o crente com poder do alto; para glorificar e exaltar o Senhor Jesus; para dar uma palavra inspirada em testemunho dEle; para capacitar o indivíduo e a igreja a ganhar almas de maneira eficiente, prática, alegre e cheio do Espírito. (Atos 1.8; Rm. 12.8; I Co. 12.10)
     

    IV- AS ESCRITURAS SAGRADAS

    Cremos que a Bíblia Sagrada é a Palavra do Deus Vivo; verdadeira, imutável, firme, inabalável, como o seu autor – o Senhor Deus; que foi escrita por santos homens do passado, conforme movidos pelo Espírito Santo e por Ele inspirados. É o esforço de Deus para tornar acessível a todo homem a mensagem de redenção em Jesus Cristo, não sendo monopólio de nenhuma instituição, mas sendo a Regra de Fé da Igreja instituída por Jesus Cristo. Sua interpretação não pode ser realizada pela simples leitura dos textos nela contidos, mas sim pela revelação do Espírito Santo, que vivifica em cada homem as palavras registradas em cada um dos 66 livros que a compõe. Tudo o que o homem precisa, todas as orientações para a Igreja de Jesus Cristo, toda a revelação que nos leva do pecado à Salvação Eterna em Cristo está contida nesta que é a expressão permanente e oficial da ação de Deus (Hb. 4.12).
     

    V - O HOMEM

    Cremos que Deus é o Criador de todas as coisas. Criou os céus, a terra e tudo o que nela existe e deu ao homem para gozo próprio, para dominar sobre todas as coisas (Gn. 1). Cremos também que o homem foi criado por Deus à Sua imagem e semelhança, diante de Quem ele andava em santidade e pureza, manifestando assim o sentido de ser imagem do Criador: andando em santidade e pureza, expressando a natureza divina em nossa personalidade através do amor, da alegria, da paz, da bondade, da benignidade, da longanimidade, da fidelidade, da mansidão e do domínio próprio (G. 5.22-23), para satisfazer à vontade de Deus de amarmos à Ele sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos (Mt. 22.37-39); e também manifestando o sentido de ser semelhante à Deus: em nossa capacidade de pensar, de tomar decisões, de escolher nossos caminhos que, embora tenhamos recebido o direito do livre arbítrio, dirige-nos direto à santidade, ao exercício de nossa imagem com Ele, para que possamos estar voluntariamente em Sua presença (Jo. 4.23).

    Entendemos que nesse exercício do livre arbítrio, o homem voluntariamente desobedeceu ao Senhor, caindo da pureza e inocência que possuía no Éden ao pecado, perdendo o domínio sobre todas as coisas e perdendo a própria vida, merecendo a condenação de um Deus justo e Santo, mas que também é um Deus amoroso e misericordioso e que, sendo assim, preparou um plano para que todos nós, que nascemos por herança com uma natureza pecaminosa, possamos retornar à Sua presença e fazer cumprir em nós a Sua vontade (Rm. 3.10-26).
     

    VI – O PLANO DA SALVAÇÃO

    Cremos, que sendo ainda nós pecadores, o Pai nos amou de tal maneira que deu seu único filho para que todo aquele que nele crê não morra, mas tenha a vida eterna (Jo. 3.16), e assim Cristo morreu por nós – o Justo pelo injusto – espontaneamente, e por eleição do Pai tomando o lugar dos pecadores, recebendo os nossos pecados, a nossa condenação, a nossa sentença de morte, pagando o resgate pelo sangue de Sua vida, cravando na cruz toda sentença que nos era contrária (Cl. 2.14-15), a todos aqueles que, simplesmente pela fé, crerem e aceitarem o seu sacrifício redentor, declarando publicamente essa verdade (Rm. 10.9).

    A partir desse momento o Espírito de Deus nos orienta a termos uma vida direcionada nos caminhos do Senhor, impulsionando-nos a estar constantemente na presença do Pai, por intermédio do Filho, Jesus, que conquistou nossa possibilidade de Salvação por seu sacrifício como homem, na cruz do calvário (Jo. 14.6). Buscamos uma vida de santidade e voltamos à condição de filhos, tal qual éramos no início da criação.
     

    VII – ARREPENDIMENTO

    Cremos que, convencidos do pecado pelo Espírito Santo (Jo. 16.8)., todo aquele que com coração sincero desejar receber a salvação conquistada por Jesus Cristo na cruz do Calvário, podem ser justificados pela fé, expressando publicamente o sentimento real de que tem consciência de ser um pecador (Rm. 10.9), de ter a condenação como conseqüência desse pecado, mas que Jesus Cristo, o Filho de Deus, se fez homem, entregou sua vida por amor de nós, e que aceita o sacrifício de Jesus como pagamento pelo resgate de sua vida, fazendo uma aliança de dependência e adoração ao Pai, através do Filho, pela unção do Espírito Santo.

    Desta forma, deve-se fazer notória a mudança que se efetua no coração e na vida, por ocasião da conversão, e ser absolutamente real (Rm. 12.1-2). O pecador assim demonstra ser nascido de novo, de maneira gloriosa e transformadora tal que as coisas velhas são passadas e tudo se faz novo. (II Co. 5.17).
     

    VIII - BATISMO NAS ÁGUAS

    Cremos que o batismo nas águas em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, de acordo com o mandamento de Nosso Senhor (Mc. 16.16), é um sagrado sinal exterior de uma obra interior, lembrando-nos de que, assim como nosso Senhor morreu sobre a cruz do Calvário, assim também, contamo-nos como mortos para o pecado, e a velha natureza com Ele pregada no madeiro; e que, assim como Ele foi descido do madeiro e sepultado, assim nós somos sepultados com Ele pelo batismo – para que, assim como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos em novidade de vida, como ressurretos em Cristo, na expectativa da vida eterna (Rm. 6.4). Esse sinal de arrependimento deve ser manifesto por todos que expressaram publicamente a crença na obra redentora de Jesus, como confirmação de sua aceitação.
     

    IX – SANTIDADE

    Cremos que, tendo sido purificados pelo precioso sangue de Jesus Cristo, e, tendo recebido o testemunho do Espírito Santo na conversão é desejo de Deus que nos santifiquemos diariamente, e nos tornemos participantes de Sua santidade (Hb.12.14). O caminho para a busca e o exercício da Santidade é revelado pelo próprio Deus, através da presença do Espírito Santo no homem, revelando na leitura da Palavra de Deus a prática do Cristianismo, devendo o homem aplicar essa revelação primeiro em sua vida, depois como testemunho à todos aqueles a quem o Pai lhe der a oportunidade de compartilhar.

    A Santidade é o próprio resgate interior da imagem de Deus em nós, marca com a qual fomos criados, sendo expressa através de um caráter que demonstre o amor, a alegria, a paz, a bondade, a benignidade, fidelidade, a longanimidade, a mansidão e o domínio próprio, virtudes que demonstram o fruto, o resultado da presença do Espírito Santo de Deus no homem.
     

    X- SANTA CEIA

    Cremos que a Santa Ceia é a celebração que une a Igreja constantemente na recordação da obra redentora de Jesus Cristo na cruz do Calvário, sendo realizada com o uso do pão partido representando o corpo de Cristo, partido por nós, e pelo uso do vinho, o suco de uva não fermentado, representando o sangue inocente de Cristo, sem pecado, derramado na Cruz em resgate aos nossos pecados. Para participar da celebração da ceia, deve o homem examinar-se a si mesmo e, em reconciliação com a vontade do Pai, comer do pão e beber do cálice de uva em companhia de toda a Igreja (I Co. 11.23-33).
     

    XI – A FAMÍLIA

    Cremos que a família é constituição divina, planejada por Deus para o homem, para ser a base da sociedade (Gn. 2.23-24), devendo esta ser a própria representação da perfeita harmonia da Trindade na terra. O homem tem por estatuto divino amar à sua esposa e esta respeitar ao seu marido de forma a terem um só sentimento, um só pensamento, um só coração, sendo uma só carne, e tendo em seu relacionamento o exemplo de como a comunhão traz a presença de Deus até o lar para abençoá-lo e guardá-lo para Si (Ef. 5.22-31). Como herança desta unidade, os filhos, dados por Deus, serão gerados e crescerão recebendo toda essa transferência de vida verdadeira do casal, amando a Deus sobre todas as coisas e amando um ao outro como se fosse o outro parte de si mesmo. Esta aliança foi estabelecida por Deus para o relacionamento santo entre um homem e uma mulher, e deve ser desejada, aceita e honrada para que as famílias possam constituir uma igreja, uma sociedade e uma nação segundo a vontade declarada por Deus a nós(Cl. 3.18-21).
     

    XII - APRESENTAÇÃO DE CRIANÇAS

    Cremos que às crianças pertence o Reino dos Céus (Mt. 19.14), e que os pequeninos não têm condição de arrependimento pois não têm consciência do certo ou do errado, tendo os pais a responsabilidade de educar os filhos nos caminhos do Senhor. Desta forma não há a possibilidade de se batizar crianças, pois o batismo deve expressar um arrependimento para o qual elas não estão preparadas (Mt. 3.11; Mc. 1.4; Mc. 16.16). Entendemos que sendo assim, os pais têm a incumbência de, tal como realizado com Jesus, apresentar seus filhos como um ato de dedicação à Deus, quando entenderão e manifestarão a consciência de suas responsabilidades na educação cristã de seus filhos, aceitando o dever de viver uma vida exemplar, em conformidade com as santas doutrinas, ensinando-lhes o temor do Senhor com o objetivo de capacitá-la para uma vida cristã, obedecendo à vontade de Deus.
     

    XIII- SAÚDE FÍSICA, MENTAL E ESPIRITUAL

    Cremos que a saúde física, mental e espiritual é uma manifestação do poder do Senhor Jesus Cristo sobre os enfermos e os aflitos, em resposta à oração sincera (Tg. 5.16); que Ele, sendo o mesmo ontem, hoje e para sempre (Hb. 13.8), jamais mudou, mas, é ainda um auxílio plenamente suficiente na hora da dor, capaz de saciar as necessidades, vivificar o corpo, a alma e o espírito a uma novidade de vida, em resposta à fé daqueles que oram com submissão à Sua vontade divina e soberana (Mt. 21.22).
     

    XIV- A IGREJA

    Cremos que a Igreja é o corpo de Cristo (Rm. 12.4-5) sobre a terra e que tem a responsabilidade de observar Suas ordenanças, levando a mensagem do Evangelho à todos, sem distinção ou impedimento de qualquer espécie, não sendo um órgão de julgamento, mas de bênçãos expressas em amor a todo aquele que ouvir e aceitar a mensagem de Deus. Cristo, como o cabeça do corpo (Cl. 1.17-20), constituiu a Igreja como representante do Seu ministério e é quem a conduz, primeiro em adoração verdadeira em espírito, depois como o organismo militante que a todo tempo, em todo lugar, e a qualquer custo, declare a mensagem de vitória da cruz e permita que cada homem ou mulher sobre a terra tenha a oportunidade de conhecê-Lo e aceitá-Lo, pela ação inspiradora do Espírito Santo. Todo cristão deve ter o direito de pertencer à uma Igreja e exercer a comunhão e unidade no Espírito, tendo na congregação de crentes um lugar para cultuar à Deus, aprender Sua Palavra, relacionar-se com seus irmãos em Cristo e trabalhar na obra da Grande Comissão estabelecida por Ele (Mc. 16.15).
     

    XV- EVANGELISMO

    Cremos que ganhar almas é a atividade por excelência da igreja sobre a terra, e que, portanto, toda opressão ou embaraço que vise a extinguir a chama ou prejudicar a eficiência na propagação mundial do evangelho, deve ser ignorada e não admitida, sendo prejudicial á causa de Cristo e contrária à Grande Comissão do Senhor. Ir por todo o mundo e pregar o evangelho à toda criatura, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, é essa Comissão estabelecida por Jesus como ordenança ministerial à Igreja (Mc. 16.15-16).
     

    XVI- DÍZIMOS E OFERTAS

    Cremos que tudo o que temos e que tudo o que Deus nos permitiu ser pertencem ao Senhor, pois temos total dependência de Suas bênçãos para receber uma vida abundante em tudo o que necessitamos, quer seja de natureza física, mental ou espiritual. A forma de expressarmos essa consciência é realizada na entrega dos dízimos e ofertas voluntariamente à obra de Deus, entendendo que isto atenderá às necessidades da Igreja para manter o seu Ministério e promover a propagação do evangelho (Ml. 3.10). As ofertas voluntárias são uma ordenação do Senhor como parte do plano de Deus para atender às necessidades materiais da igreja e satisfazer a espiritualidade do seu povo (II Co. 9.6-9). Sendo co-herdeiros com Ele, sabemos que dar para o seu reino, que é também nosso, é algo agradável, sendo mais abençoado dar do que receber.
     

    XVII- GOVERNO

    Cremos que toda autoridade é constituída por Deus (Rm. 13.1), para a promoção da boa ordem na sociedade humana e dos seus interesses, que se deve orar pelos governantes e administradores, devendo eles ser obedecidos e apoiados em todo tempo exceto somente, nas coisas contrárias à vontade de nosso Senhor Jesus Cristo, O qual é soberano da consciência do seu povo, Rei dos Reis, e Senhor dos Senhores (Ap. 19.16).
     

    XVIII - A VOLTA DE JESUS

    Cremos que a segunda vinda de Cristo é pessoal e iminente (At. 1.10-11); que ele descerá do céu nas nuvens de glória com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus. E que, nesta hora, a qual ninguém sabe antecipadamente (Mt. 24.27), os mortos em Cristo se levantarão, e os remidos que estiverem vivos serão levados acima, nas nuvens, a encontrar Jesus nos ares, para estarem sempre com o Senhor (I. Ts. 4.16). Não sabemos a hora da Sua volta, e embora creiamos estar próximo, em obediência à sua ordem, devemos trabalhar até que Ele venha, na obra de propagação do Evangelho, no envio de missionários e nas obrigações gerais para a edificação da igreja (Mt. 24.14).

    XIX- O JUÍZO FINAL

    Cremos que os mortos, tanto pequenos como grandes serão ressuscitados e estarão com os vivos perante o trono de julgamento de Deus (Ap. 20.12); e que, aí, uma solene e terrível separação se dará, em que os maus serão condenados à punição eterna (Mt. 25.41), e os justos receberão a vida eterna diante do Pai (Mt. 25.34); e que esse julgamento estabelecerá para sempre o estado final dos homens, resgatados à Deus ou excluídos definitivamente da Sua presença, em princípios de justiça conforme é manifesto na Sua Santa Palavra.
     

    XX - O CÉU

    Cremos que o céu é a habitação gloriosa do Deus vivo; e que, para lá foi o Senhor Jesus a fim de preparar um lugar para Seus filhos (Jo. 14.1-4); que, para essa cidade os crentes fiéis, que lavaram suas vestiduras no sangue do Cordeiro e venceram pela palavra do testemunho, serão levados, pelo Senhor Jesus Cristo, sem manchas ou tristezas; e que, lá, em alegria contemplarão, para sempre, Sua face maravilhosa, num reino eterno onde não há trevas, nem tristeza, nem lágrimas, nem dor, nem morte (Ap. 21.4), mas hostes de anjos que servem, cantam os louvores do nosso Rei e, reverenciando perante o Trono, proclamam: “Santo, Santo, Santo”.
     

    XXI- O INFERNO

    Cremos que o inferno é um lugar de trevas e da mais profunda tristeza, preparado para o Diabo e seus anjos (Mt. 25.41), onde haverá choro, pranto e ranger de dentes, lugar de amargura por parte daqueles que rejeitaram a misericórdia, o amor e a ternura do Salvador crucificado, escolhendo a morte em vez da vida. Que será lançado junto com Satanás dentro de um lago que queima com fogo e enxofre, junto com os descrentes, os abomináveis, os criminosos, os feiticeiros, os idólatras, os mentirosos (Ap. 22.15; I Co. 6.9-10), e os que rejeitaram e desprezaram o amor e sacrifício do nosso Redentor Jesus Cristo (Ap. 20. 10-15), apesar de toda instância e advertência do Espírito Santo.

     

     

     



    Declaração de Fé Cristã
  • Voltar a página anterior
  • BOLETIM INFORMATIVO
    CURTA FACEBOOK
    SIGA TWITTER
    INSTAGRAM